Mamar alivia a dor do bebê

Mamar alivia a dor do bebê

 

Quem trabalha com amamentação já suspeitava disso pela observação, mas agora a ciência comprovou: quando é amamentado, o bebê sente menos dor!

O estudo foi realizado na Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto. Para o experimento, os bebês foram divididos em dois grupos. No primeiro, os bebês foram colocados pele a pele com suas mães durante cinco minutos, antes de tomar uma vacina, também durante o procedimento e continuaram com elas mais cinco minutos depois da picadinha da vacina. No segundo grupo, os bebês ficaram em contato com a pele de suas mães durante cinco minutos. Em seguida, eles foram amamentados por cinco minutos antes do procedimento, durante e após a vacinação. Os pesquisadores avaliaram a expressão facial dos bebês e a variação da frequência cardíaca deles. Os resultados, depois de comparados, demonstraram que os bebês que eram amamentados durante a aplicação da vacina, registraram menos alterações nos dois aspectos observados. Ou seja, sentiram menos dor na hora da picada.

Essa informação ressalta, mais uma vez, a importância do leite materno para o desenvolvimento dos bebês, em todos os aspectos. Porque mamar nutre o corpo e a alma.

Mas voltando à questão específica da dor, você e todas as outras mães com quem você compartilhar esta novidade, poderão se beneficiar com esta informação. Como? Basta oferecer o seio materno ao bebê sempre que ele tiver que ser submetido a algum procedimento médico invasivo, como as vacinas ou o furinho para o teste do pezinho. Simples, eficiente e aconchegante.

 

 

 

 

 

Escrito por Dra Luciana Herrero Ver todos os posts deste autor →

Esclarecimentos: 1- Esse blog não substitui as consultas de pediatria ou consultas médicas em geral. Tem como objetivo promover educação em saúde, favorecer o vínculo familiar e o estímulo a amamentação. 2- Dra. Luciana Herrero, apesar de possuir a formação em pediatria, não realiza atendimentos pediátricos. Trocou a clínica pela educação. Atua somente como educadora familiar, escritora e coordenadora da Aninhare (www.aninhare.com.br).