Por que se preparar para a chegada do bebê?

Por que se preparar para a chegada do bebê?

Muitas pessoas pensam que se preparar para receber o bebê é bobagem, já que toda mulher tem instintos maternais. Segundo essa lógica, bastaria “confiar e deixar rolar”.

Ledo engano. Sem querer desmerecer os instintos e as intuições dos pais, que realmente existem. A diferença é que a preparação oferece segurança e as referências necessárias para que as mamães/papais possam confiar em si mesmos já sabendo o que esperar de cada fase.

Quando os pais não entendem o bebê – qual a fisiologia normal, seus segredos de comportamento e como acalmar suas necessidades e desconfortos – sentem-se como um barco à deriva, jogados de um lado ao outro, seguindo as opiniões de familiares e amigos, muitas vezes contraditórias, na tentativa de achar uma saída para suas dificuldades do dia-a-dia.

Conhecimento é poder. Saber desde a pré-gestação o que acontece durante cada trimestre da gestação e a cada semana com o bebê, proporciona aos pais a possibilidade de ser o leme do seu próprio barco. Oferece a eles a possibilidade de tomar suas próprias decisões, baseados em ferramentas e estudos científicos mais modernos, assumindo seus erros e acertos em paz!

Pense: o mais habilidoso artista, o mais poderoso exército, o mais competente executivo, ou o mais renomado atleta, todos necessitam de preparo, de técnica e de planejamento estratégico para vencer os desafios. Por que para a família, num dos momentos mais desafiadores que existem, como a chegada de um novo bebê, seria diferente?

Para vocês, futuros papais e mamães, que esperam a chegada da gestação ou do bebê adotivo, desejamos um profundo preparo e um lindo encontro de seu filho com os “novos vocês”!

Escrito por Dra Luciana Herrero Ver todos os posts deste autor →

Esclarecimentos: 1- Esse blog não substitui as consultas de pediatria ou consultas médicas em geral. Tem como objetivo promover educação em saúde, favorecer o vínculo familiar e o estímulo a amamentação. 2- Dra. Luciana Herrero, apesar de possuir a formação em pediatria, não realiza atendimentos pediátricos. Trocou a clínica pela educação. Atua somente como educadora familiar, escritora e coordenadora da Aninhare (www.aninhare.com.br).